Arquivo do mês: outubro 2011

>GOOD LOOK – Pocahontas

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Oiii, meninas!!! Faz dias que não posto um GOOD LOOK, né? Aliás, faz dias que eu não posto… estava viajando (sim, de novo!) Cheguei hoje! E com a correria que foi semana passada, não consegui deixar nenhum post agendado. 
Bom, mas vamos ao post de hoje! Achei esse look perdido aqui nos meus arquivos e vim mostrar pra vocês. Já faz um tempinho que usei, mas tá valendo… Usei para ir na casa de uma amiga tomar uma cervejinha e jogar conversa fora. Nada melhor do que isso, não? Eu adoro! Prefiro mil vezes programinhas assim a baladas. Estava calor e escolhi esse vestinho florido. Vestidos são peças tão práticas, né? Só ele e já estamos “prontas”. Ótimos pra dias de preguicinha fashion. Mas resolvi adicionar uma peça a mais ao look e optei por esse colete franjado. E foi ele que acabou dando “cara” ao look. Um look new boho, mas que meu marido denominou Pocahontas… hehehe Ó só:
Alegreta e com estilo, não? O que acharam, meninas???
Bitoca
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>SEXTA DA MANICURE – Rose Confidentiel, da Chanel

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E algumas semanas depoissssss… a SEXTA DA MANICURE está de volta, meninas! Viajei e não fiz as patinhas por lá… Antes de viajar passei um esmalte que prometia durar 10 dias nas unhas e o danadinho cumpriu a promessa, viu? Ficou por 12 dias praticamente intacto em minhas unhas! Havia tirado foto para postar aqui mas o lindo do meu marido apagou… Snif! Snif! Se quiserem eu motro ele pra vocês. É só me pedirem nos comentários.
Bem… na verdade fiz a mão terça-feira porque minhas unhas estavam em estado deplorável. Eu não iria conseguir esperar até hoje. Mas deixei pra postar hoje para regularizar a tag SEXTA DA MANICURE. Trouxe alguns esmatinhos da viagem e o eleito dessa semana foi um dos que adquiri, CLA-RO! Esperar pra quê, né? Meu esmalte da semana é o Rose Confidentiel, da Chanel!
Pra variar, a foto não está com a cor fiel da “vida real”… ele é um tico mais escuro ao vivo. Existe algum macetinho será para tirar foto de esmalte, hein??? rsrs Se alguém tiver uma dica, ficarei agradecida!
O Rose Confidentiel é um rosa antigo e faz parte da coleção de inverno da marca. A hora que bati o olho nele, nem pensei duas vezes e coloquei na cestinha de compra. A cor é bem do jeitinho que eu gosto, clássica e chic, não acham? Algumas unhas quebraram/lascaram durante a viagem, então tive que lixar todas, por isso estão curtinhas. Mas eu gosto de unhas curtas também. Apenas duas mãos cobriu bem as unhas. Excelente cobertura. Curtiram o retorna da SEXTA DA MANICURE, meninas??? E gostaram da cor? =)
Beijocas
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>Deu o que falar…

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Resolvi mesclar um pouco os posts meninas. Acho que falar só da viagem, viagem, viagem pode cansá-las. Vamos falar de outras coisinhas que a gente também gosta, né? Mas os posts sobre a viagem voltam, viu??? ;)
Esses dias pipocou por aí uma propaganda que deu o que falar… Zombei Boy (Ricky Gentest) foi completamente transformado. Ele teve todas as suas tatuagens “apagadas” com maquiagem – eu sempre digo que maquiagem é capaz de fazer milagres!
A maquiagem em questão não é qualquer uma, claro. Os produtos utilizados para esse “milagre” foram da linha profissional de maquiagem Dermablend. Gente, olhem a transformação e me digam se não é inacreditável:

Criada em 1981 por um dermatologista americano, Dermablend é a marca mais recomendada por dermatologistas para cobertura de imperfeições cutâneas. Ou seja, ela é a “top das tops” no quesito cobertura e disfarce de diversos tipos de imperfeições na pele como vitiligo, rosácea, descolorações, hiperpigmentações, cicatrizes, olheiras… E, como viram, também é capaz de camuflar tatuagens de maneira bem eficaz! hehehe

Quando eu tava passando por um período bem crítico no quesito espinhístico – eca! – comprei a Dermablend porque queria uma base com cobertura power para esconder as malditas benditas. Vamos conhecer a milagrosa?

No Brasil, a Dermablend é comercializada pela Vichy e apenas 3 produtos estão disponíveis por aqui: essa base líquida, a base em bastão e o pó fixador. Na gringa, a gama de produtos Dermablend é enoooorme… conta até com demaquilante e pincéis! A variedade de cores disponíveis por lá também é bem maior – são 20 tons diferentes, num degradê que vai do negro ao super claro. Bom isso, né? Uma pena que aqui pra gente venham poucas cores… é muito difícil acertar cor de base, né? Essa minha, como vocês podem ver, é a cor 25 – Nude. E acho ela um tiquiiiinho mais escuro que minha pele.

Agora vamos para a hora da verdade: o ANTES e DEPOIS!

ANTES: essa sou eu ao acordar, gente! E tinha acabado de acordar, meeeixxxmo. Só lavei o rosto, escovei os dentões e fiz um pitotinho na juba pra vocês melhor visualizarem o resultado nas fotos. Jamais imaginei postar uma foto assim!!!! ho ho hoooo Mas hora da verdade é hora da verdade, né? Temos que ser honestas… Bom, como podem ver, tenho a pele cagada meio rosada e algumas manchinhas e cicatrizes de espinha aqui e acolá. E gosto da pele uniforme. Quem não gosta, né? Base nela!!!

DEPOIS: dá pra ver que minha pele já está bem uniforme. A Dermablend é uma base de alta cobertura, o que não significa que você vai usá-la e sair “mascarada”. Acho que tudo depende da maneira que você a aplica e do grau de severidade das imperfeições que você pretende camuflar. Não passei “miles” camadas como imagino que tenham feito no garoto para a propaganda, mas se o caso for catastrófico, dá para ir construíndo camadas. Passei uma camadinha e espalhei com um Pincel Duo Fiber levemente umidecido com água termal. Tenho aplicado base só desse jeito ultimamente – ora com Duo Fiber, ora com Beauty Blender umidecidos em água termal. Acho que assim o resultado fica mais natural. 

Mais alguém aí já experimentou a Dermablend? O que acharam, meninas?
E amanhã tem SEXTA DA MANICURE, hein??? Ô-baaaa!!!

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>Paris a pé em 4 dias!!!

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Todas já devem ter ouvido que a melhor maneira de conhecer Paris é a pé. Pode parecer clichê, mas é a mais pura verdade! Tudo por lá é relativamente perto, é só descer numa estação de metrô e fazer um roteirinho, ir de um lugar ao outro… a gente vai andando, parando, tomando um café, sentando um pouco, tirando foto… no final percorremos todo o percurso, conhecemos muita coisa, e nem percebemos o quanto andamos! É uma maneira deliciosa de se conhecer a cidade!!!
E vocês lembram que indiquei o Conexão Paris, né? Ele é escrito por uma brasileira que mora há aaaaanos em Paris e conhece a cidade como a palma da mão. E a Lina fez um roteirinho batuta para conhecer Paris a pé em 4 dias. Bom, né? Segui esse roteiro da última vez que estive lá, há 3 anos atrás, e foi ótimo!!! Dessa vez não deu pra seguir o roteiro na íntegra porque minha mãe não aguentava o ritmo louco e frenético das caminhadas… hehehe Quase matei a “véia” logo no primeiro dia, tadinha! E ela já arriou a bateria… então pegamos mais leve rsrs Mas pra quem já é acostumado a bater perna, vale muito a pena! É um jeito bem bacana para nos situarmos e conhecermos a cidade. Pra quem estiver com preguicinha de procurar, vou colocar o roteirinho aqui. Ó só: 
PRIMEIRO DIA:
Vocês vão passar por: 
- Avenida Champs Elysèes
- Avenida Montaigne
- Ponte Alexandre III
- Grand Palais e Petit Palais
- Praça Concorde
- Rue Saint Honoré
- Praça Vendôme
- Opera
- Madeleine
O circuito vai terminar no centro de consumo de Paris, onde se encontra, entre outras coisas, as Galerias Lafayette.
 O circuito vai começar no metrô Charles de Gaulle/Etoile (A),  vai descer a Avenida Champs Elysèes até a praça Franklin Roosevelt e virar a direita na avenida Montaigne (B).
Vai seguir até a praça Alma (C) -, virar a esquerda e seguir nas margens do Sena até a Ponte Alexandre III  (D). 
Pegar a avenida W. Churchill e passar na frente do Grand Palais e do Petit Palais (E)  até estar de volta a Avenida Champs Elysèes. Continuar descendo a avenida até a praça Concorde (F).
Pegar a Rue Royale e seguir até o cruzamento da Rue Saint Honoré (G). Se virar a esquerda, você vai entrar no Faubourg Saint Honoré – rua onde está concentrada a alta costura! – e se virar a direita, vai seguir a rua Saint Honoré.
Virar a direita na Rue Saint Honoré e seguir até a Place Vandôme (H) – uma das praças mais belas de Paris! Atravessar a praça, pegar a Rue de la Paix até a praça da Opera (I). Na esquina do boulevard de Capucines (J) tem o Café de la Paix – pode sentar, tomar um cafezinho e tomar fôlego para continuar a caminhada. Pegue este boulevard, que vai se chamar Madeleine e siga até a Igreja Madeleine (K). Contorne a igreja, passe na frente do Fauchon (L), pegue a rua Tronchet, siga até Haussmann (M)  e, virando a esquerda, você vai cair no centro do consumo de Paris. Muitas lojas, uma atrás da outra… destaque para as Galerias Laffayettes e a Printemps. Diversão no final do dia hein, meninas???
SEGUNDO DIA:
Vocês vão conhecer: 
- Paris Rive Gauche
- Boulevard Saint Germain e as ruas que o cortam - passeando por estas você vai entender o que é o espirito rive gauche, uma mistura de moda e intelecto, alta costura e editoras, restaurantes e livrarias…
- Notre Dame
O final do circuito é o Museu do Louvre.

O circuito vai começar na estação de metrô Rue du Bac (A), no boulevard Raspail. Pegar o faubourg Saint Germain (B) e andar até a rue des Saint Pères (C). Virar a direita nesta rua e atravessar a Rue de Grenelle.
Seguir a Rue des Saints Pères até Rue des Sèvres (D). Logo na frente está o metrô Sèvres Babylone e o Department Store Bon Marché. Vale visitar o Bon Marché, viu? Chiquetérrimo!
Voltar pela Rue de Sèvres até Rue du Dragon (E) e seguir reto até o boulevard Saint Germain. Neste trecho do boulevard você vai passar na frente dos cafés e brasseries mais famosos da região. Trocar de passeio para conhecer as ruas que cortam o boulevard pela esquerda.
Virar na Rue Bonaparte (G) e logo em seguida, na Rue de l‘Ababaye (H). Andar um pouquinho até a  Praça Furstemberg (I). Atravessar a praça até a rue Jacob (J), virar a esquerda e pegar a rue Bonaparte novamente. Seguir Bonaparte até o Quai Malaquais (L), virar a direita e voltar para Saint Germain pela rue Mazarine (N).
Seguir Saint Germain até o boulevard Saint Michel (O), virar a esquerda no boulevard e ir até a fonte (P). Atravessar o Sena para chegar na ilha Cité (Q), onde está a Notre Dame.
Seguir reto até a rue Rivoli (R). Virar a esquerda e seguir esta rua até o metrô Palais Royal-Musèe du Louvre (S). De um lado o museu e do outro o lindíssimo Jardim Palais Royal. Acho que esse é o dia que mais anda!!! Pernas, pra que te quero!
PARIS DIA 3:
Vão passar por:
- Museu George Pompidou
- Marais
- Museu Picasso
- Voltar para a Place des Vosges
- Vão terminar na Ilha Saint Louis
No terceiro dia o circuito se inicia no Centre Georges Pompidou (A). Pegar a Rua Beaubourg que vai se transformar em Rua Renard e virar na Rua Saint Merri (B).  Ela continua com o nome de Saint Croix de la Bretonnerie (C).
Segui-la até a Rua Vieille du Temple (D), virar a direita e entrar no Impasse du Tresor (E). Seguir até a rua Roi de Sicile (F), virar a esquerda e ir em frente até a Rue Malher (G). Andar um quarteirão até a Rua des Rosiers (H). Seguir Rosiers, até a rua Hospitalières St. Gervais (I).
Virar a direita até a Francs Bourgeois (J) e seguir até a rua Sevigné (K). Seguir até Parc Royal (L), em seguida até Thorigny (M) onde se encontra o Museu Picasso.
Voltar pela Rua Turenne  (O)  até a Francs Bourgeois de novo e virar a esquerda. Você chega na Praça Vosges (P)  – uma das praças mais bonitas de Paris.
Sair da praça pela rua Birague (Q) até a Saint Antoine (R) e seguir em frente até a Rua Fourcy (S). Segui-la até o Sena, pegar o Ponte Marie e chegar na Ilha Saint Louis (T).
Seguir pela rua Saint Louis en Île até a extremidade da ilha onde se encontra a ponte que vai ligar as duas ilhas.  Se eu não me engano nesse dia eu e meu marido nos perdemos um pouquinho… mas coisa básica, depois retomamos o caminho de novo, numa boa. Faz parte, gente! ;)
PARIS DIA 4
Até agora você já viu os principais monumentos de Paris, os bairros que os parisienses gostam, as principais avenidas, e os melhores pontos comerciais. Está faltando a Torre Eiffel e Montmartre.
Este circuito integra o Trocadero (A) – melhor lugar para se tirar fotos tenho a Torre Eiffel ao fundo -, a Torre Eiffel (B), o museu do Quai Branly (C) – estava com uma exposição fotográfica muito interessante -, passa na frente da Esplanada des Invalides (D) e da Assembléia Nacional (E). Neste ponto você pega o boulevard Saint Germain, vira na Rue de Lille (F) e segue até o Museu Orsay (G). Correndo talvez você possa fazer esse circuito e visitar um dos museus em meio dia.
Só enfatizando quem preparou os roteiros foi a Lina, do Conexão Paris… eu dei uma adaptada no texto apenas, mudei algumas coisinhas, o formato e tal. Mas no roteiro eu não mexi!

É isso, meninas… apenas uma sugestão, mas que eu considero uma mão na roda pra quem está perdidinha sobre por onde deve começar! Bem útil, né?! =)
Espero poder ajudar!
Beijocas
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>Hotel em Paris

>Oiii, meninassss!!! =)

Continuando a série de posts sobre a viagem, hoje vou falar sobre o hotel que fiquei em Paris, dar mais umas diquinhas espertas e fazer minhas considerações sobre o hotel. Como já disse no post anterior, reservei os hotéis pelo Booking.com. E reservar hotel pela internet é sempre uma caixinha de surpresa, minha gente! Um lance meio “vivendo com emoção”, digamos… rsrs Apesar deu dar uma espiadela básica no TripAdvisor, e ler os depoimentos de pessoas que já ficaram hospedadas no local, é complicado saber se vamos acertar ou não, já que cada um é cada um e o nível de exigência das pessoas pode ser diferente. Mas ok… A dica básica é sempre optar por hotéis com boas referências (óooobvio!) mas, mais do que isso, é importante atentar-se ao tipo de viajante que fez o comentário… Por que, né? Hotel para um jovem mochileiro é diferente de um hotel para uma pessoa de terceira idade ou um casal com filhos, por exemplo. E mesmo que hospedem-se no mesmo lugar, certamente as impressões sobre o local serão diferentes, não concordam? Essa é outra dica que parece bobinha, mas que eu acho legal citar porque tem gente que nem se liga nessas coisinhas.
Outra coisa a ser observada ao fazer a reserva é a LOCALIZAÇÃO do hotel. Tá, não precisa ser a mais central de todas… O que eu considero deveras importante é ter uma estação de metrô por perto. Como sabem, o transporte público na Europa funciona lindamente! Ah! Também é válido pesquisar sobre a vizinhança, viu? Tem lugar meio barra pesada… bom evitar, especialmente a noite. Em Paris, por exemplo, não recomendaria hospedar-se em Pigalle nem em Montmartre. Aliás, da última vez, fiquei em Montmartre e a coisa por lá é realmente meio sinistra a noite. Sei lá, povo meio estranho… Dessa vez fiquei na Bastilha. O  hotel era pertinho, pertinho do monumento da Bastilha e tinha duas estações de metrô bem próximas: Bastille e Ledru Rollin.
O hotel escolhido foi o Pavillon Saint-Louis Bastille. Como podem ver no mapinha, ele não fica no centrão, centrão… mas isso não foi empecilho algum. Pegava o metrô ali pertinho e uns minutinhos depois eu já estva na Champs Elysées. Pelo que percebi, é um bairro mais residencial o que é bom, analisando pelo lado da tranquilidade que foram as noites por lá. Sem barulho nem bagunça na rua. Bem tranquilo mesmo! De maneira geral, posso dizer que gostei do hotel. E espantei com o tamanho do quarto… grandinho, se comparando com os padrões – normalmente claustrofóbicos – parisienses, viu? Tinha até uma área externa, ao ar livre, com mesinha e cadeiras. Bem limpinho também – importantíssimo!!! E a equipe foi simpática e amistosa. Mas assim… aquela simpatia parisiense, sabem, né??? rsrs
Resolvi ilustrar o post com algumas fotos, pra vocês conhecerem um pouquinho o hotel. Alá…
Fotos do quarto triplo:
O banheiro:
A recepção:
A sala do café da manhã:
As fotos não são minhas viu, gente? Retirei do site do hotel. Mas reconheci o quarto que fiquei nessas fotos… e ele é exatamente assim! A única diferença é que nas fotos ele está mais iluminado – as fotos foram tratadas, obviamente.
Bom, resumo da ópera: eu indico o hotel e também me hospedaria lá novamente. Não tem nada de luxo, não tem firulas, nem frescuras. É um hotel bem padrão turístico mesmo. E de mais a mais, o tanto que ando em Paris, fico é louca de agradecida em ter uma cama limpinha pra eu deitar! 
Hotel Pavillon Saint-Louis Bastille
66, Rue de Charenton
75010 – Paris
(Metrô: Bastille – Ledru Rollin)
Ufa! Que post giga, hein??? Por hoje é isso, meninas. Gostaram???? =)
Beijocas
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