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Epicerie em Paris: Epices Roellinger!

Esse foi outro lugar que eu já conhecia e revisitei em Paris. Já havia estado na Epices Roellinger em 2011. Peguei a dica no Conexão Paris e inclui a loja no roteiro pra fazer surpresa pro marido, que é o mestre cuca aqui de casa. Achei que o lugar iria agradá-lo já que ele gosta de testar receitas e adora uns temperinhos diferentes, daqueles que ninguém consegue identificar ao provar o prato, sabe? Bingow! Gostou tanto que quis voltar nessa última viagem.

Olivier Roellinger é um renomado chefe francês que tem verdadeira paixão por especiarias. Roellinger dedica-se à criação de misturas de temperos há pelo menos 30 anos e denomina suas alquimias de “poudres d’Or, ou “pós de ouro”, tamanho valor que lhes dá.

(UM POUCO DAS PRATELEIRAS)

A decoração da loja é toda rústica, com enormes prateleiras de madeira escura cheias de divisórias, onde os temperos ficam expostos – tudo muito bem organizado, diga-se de passagem. Além de especiarias e misturas diversas e exclusivas, encontra-se por lá uma infinidade de azeites diferentes, óleos perfumados, sais de toda parte do mundo e pimentas raras.

A loja também é ponto de venda de produtos da Grain de Vanille, pâtiserrie de Olivier que fica na pequena cidade de Cancale – local onde além da pâtisserie, o chef também mantém um hotel (Château Richeux) e um restaurante bem famosinho, o Le Coquillage. Dentre molhos, biscoitos amanteigados e compotas diversas, destaque aos caramelos amanteigados com sal. Ótima pedida para trazer de presente, viu? Além de serem divinamente deliciosos (derretem na boca!), já vem em uma latinha: é só incrementar com um laço e distribuir prazamiga. Prático, né? E achei o preço bem bom, € 5, se não me enagano. Me arrependi de não ter trazido…

(MOLHOS, PASTAS E COMPOTAS DIVERSAS)

CARAMELOS COM SAL: deliciosos! Ótima pedida para presentes.

(ALGUNS TEMPERINHOS DO MARIDO)

Em relação aos temperos, destaque para o Piment doux fumé de La Vera. Essa pimenta é seca em fogo lento de madeira de carvalho. É uma pimenta defumada com cor, aroma e sabor únicos! O único porém, é que ela é sazonal. Marido queria repor no estoque e voltou sem… hehe

Visitar a Epicerie Roellinger é uma verdadeira experiência sensorial… a infinidade de aromas e sabores diferentes e exclusivos é sensasional. Encanta até mesmo quem não é muito chegado em cozinhar, viu? Saí de lá com vontade de me aventurar mais no fogão hehe

P.S.: querem post com os temperos de lá que o marido tem? Posso mostrá-los e falar um pouco pra que servem e como os usamos… 

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A melhor sopa de Paris!

Eu já conhecia o Café Madeleine. O “descobri” em 2011, quando fui saracotear pelo 8th arrondissement atrás de um presente especial pra Chanel, minha cachorra. Depois de sassaricar pela região procurando o tal presente e rodopiar pelas inúmeras lojas que por ali tem, sentei no primeiro café que vi pela frente: o Madeleine.

Não tenho muito o que falar do ambiente, é um típico café parisiense. A decoração é toda em vermelho e à noite, o clima tenta ser mais intimista, com uma iluminação baixa e tal… mas não acho que seja um lugar para encontros românticos, por exemplo. Acho meio tumultuado demais para isso. Mas é um lugar legal para sentar, observar o movimento e comer algo depois de ter batido perna o dia inteiro.

Por estar localizado em uma área bem turística (logo atrás da Igreja Madeleine), ele vive lotado, mas o giro de clientes é rápido – tipo, comeu, vazou hehe. Apesar de cheio, achei o serviço bem bom, os pedidos não demoram a chegar. Outro ponto que achei positivo, foi a simpatia dos garçons (alguns até se esforçam para tentar falar outras línguas). A comida é simples, não tem nada de ultra requintado, nem nada muito diferente do que você vai encontrar em outros cafés, mas é gostosa!

“INSTACLIQUE” DA DELICIOSA: a melhor sopa de cebola de Paris!

Pelo menos pra mim, a sopa de cebola foi inesquecível. Odeio cebola, mas adoro sopa de cebola, vai entender… E isso, aliado ao fato do prato ser uma especialidade francesa, era quase só o que eu comia por lá (além de macarrons, claro! hoho) Posso dizer que de todas as sopas que experimentei em Paris, a sopa de cebola do Café Madeleine foi a melhor!

A sopa de lá é saborosíssima. Muito bem temperada, vem com pedacinhos de pão mergulhados e é coberta com muito queijo gruyère… Hummmm! #águanaboca Marcou tanto pra mim, que voltei lá esse ano especialmente por causa dela! Marido, foi de hamburguer New York (acho que é isso! rsrs) e também aprovou. E a lasanha, parece aquelas lasanhas prontas da Sadia… simples, mas gostosinha, nada de extraordinário!

O preço é padrão Paris, ou seja, nenhuma pechincha… A lasanha era prato do dia e não lembro o preço (sorry!) Mas minha sopa saiu € 6 e o hamburguer do marido, € 15. Levando em consideração que estamos em Paris e que a área é super turística, tá até ok!

Tem sugestão de restaurante em Paris? Divide com a gente aí nos comentários! ;)

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Restaurante em Barcelona!

Olha, vou ser bem sincera: não achei a comida em Barcelona nada de mais não, viu? Como não sou fã de frutos do mar, a tradicional e famosa paella espanhola não me atrai nem um pouco. Fora isso, o que mais vi por lá foram tapas, tapas e mais tapas.

Então acho que vale a pena compartilhar a dica desse restaurante, o La Pepita. Dentre todos os lugares que comi em Barcelona, o do La Pepita foi o que mais me agradou. O restaurante fica no Barrio de Gracia, não era muito longe do hotel, estava no mesmo rumo que seguimos para chegar até a Sagrada Família. Fomos no finalzinho da tarde, por isso nem nos preocupamos em fazer reserva. Mas se quiser jantar lá, é bom reservar, porque o lugar é bem disputadinho.

O serviço merece elogios, o staff em geral foi bastante agradável. O garçom foi simpático e era educadíssimo, explicou tudo o que perguntei com a maior paciência. O ambiente é bem descolado: tem quadros negros, jamón Pata Negra pendurados acima do balcão e muitos azulejos assinados por clientes que passam por lá. O cardápio, nada mais são do que folhas sulfites em uma prancheta e a conta vem “clipada” com o próprio abridor da tampa de uma lata de sardinha. Achei super original! De maneira geral, achei o ambiente bem jovem, propositalmente descontraído e sem frescuras.

A FACHADA: só uma portinha!

UM POUCO DO AMBIENTE: os azulejos assinados por clientes!

O CARDÁPIO: folhas sulfites em uma prancheta. Prático e sem frescuras!

A CONTA: clipada na tampa de uma lata de sardinha! Super original! #adorei

Pedimos um prato de entrada e uma “pepita”, a especialidade da casa, como prato principal. De entrada, pedi uma sopa de cebolla con crema de foie. A sopa estava uma delícia, só marquei de não ter pedido sem o foie (odeio!), acabei tendo que retirá-lo todo quando meu copinho chegou – sim, a sopa era servida em um mísero copinho! rsrs Pior foi quando o primeiro prato do marido chegou: a gente achou que estavam servindo uma entradinha, tipo um couvert de cortesia, sabe? #minimalismo kkk

Ah! Assim como a apresentação da conta, também achei bem original o prato de entrada do marido (o couvert cortesia! rsrs) ser servido dentro de uma lata de sardinha. São esses detalhes que nos fazem perceber a preocupação na apresentação dos pratos, que é bem caprichada, e segue a linha descontraída/criativa do restaurante.

MINHA ENTRADA: sopa de cebolla con crema de foie - no copinho! rsrs

ENTRADA DO MARIDO: servida em uma lata de sardinha! E eu achei que era couvert cortesia kkk 

AS PEPITAS: alternativa para “driblar” um pouco os tapas! 

Gostei muito do lugar! O ambiente é agradável e a comida é bem saborosa. É perceptível a qualidade dos ingredientes e o capricho na elaboração dos pratos, coisa de gourmet mesmo. Só a porção que achei um tanto quanto hum… minimalista demais pro meu gosto (ainda mais pra quem tinha acabado de sair de Portugal rsrs) #aicomoeusougulosa kkk

Quem tiver dicas de outros restaurantes em Barcelona, deixem nos comentários, pliz. Indicações e informações de viagens são sempre úteis e muito bem vindas! ;) 

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Restaurante imperdível em Lisboa!

Quem me acompanha pelo Instagram ou pelo Facebook já sabe o motivo do meu mini sumiço. Estou viajando, gente! Cheguei a Lisboa ontem e dessa vez, vou TENTAR ir postando da viagem. Até pra não perder o timing, como acontece na grande maioria das vezes – ainda não fiz post sobre Buenos Aires, perceberam? rsrs Talvez eu ainda faça, nem que seja só pra recomendar um restaurante delícia de lá também.

Desde que pisei em Lisboa, só fiz uma coisa: comi! #socorro kkk Já tinha ouvido falar que Portugal é uma perdição gastronômica, mas como sou meio previsível, não curto muito frutos do mar e talz, achei que não seria tão atrativa assim pra mim no quesito comilança…

Até conhecer o Claras em Castelo, restaurante em que almocei hoje. Foi marido quem pegou a dica no TripAdvisor – marido mandando bem no roteirinho hehe. Otimizamos tudo: como hoje fomos visitar o Castelo de São Jorge – que lugar lindo, gente! Rende fotos incríveis… sem contar o lado histórico, que é fascinante, né? – e o Claras em Castelo fica ali, bem coladinho ao castelo, depois do passeio, fomos almoçar.

O restaurante é comandado pelo simpaticíssimo francês Stephane, por sua esposa Margarida (Guida!) e pela enteada, Rita. O ambiente é pequenino de tudo, mas bastante acolhedor. Tem cerca de 12 lugares, e talvez isso torne o espaço ainda mais charmoso. A decoração é fofa, e é perceptível o capricho nos pequenos detalhes: dos guardanapos cor de vinho às toalhinhas do lavabo. A comida é caseira e muito, muito delícia!

PEQUENO CHARMOSO: ambiente pequeno e super acolhedor!

O ANFITRIÃO: Stephane, o francês mais simpático que já conheci!

Quando cheguei, só tinha disponível uma mesa com 2 lugares. Como estou com o “pacote” (kkk!) marido+mamis+sobrinho, tivemos que aguardar um pouco do lado de fora – cerca de 25 minutos, mais ou menos. Mas sem problema… sentei no banquinho e fiquei observando o movimento da ruazinha e reparando na cara de satisfeitos de todos os clientes que saiam do restô hehe #bomsinal

Como entrada, pedimos pão e azeitonas temperadas. Coisa pouca, pra não exagerar e nos deliciarmos mesmo com o prato principal. Por falar em prato principal, vamos aos pedidos: eu e meu sobrinho escolhemos lombo recheado com farinheira, uma espécie de linguiça de farinha típica de Portugal. E marido e mamis, foram de bacalhau com nata. Marido, que é fissurado em frutos do mar, ainda quis experimentar as lulas recheadas com vitela! Para beber, experimentamos o tal vinho verde. É bem gostoso, viu? Nunca tinha provado.

A cara do bacalhau do marido estava tão boa, mas tãaaao boa, que eu, que NÃO CURTO BACALHAU, quis experimentar. Sabe o que aconteceu? Marido teve que trocar de prato comigo! kkk #tadinho Que bacalhau delicioso! Saboríssimo, cremoso e suave, sem aquele gosto acentuado de peixe, sabe? Posso dizer, com propriedade, que foi o melhor bacalhau que já comi. Tanto que repeti! Quando terminei, Stephane ainda me mandou um “chorinho” kkk

OS PRATOS: todos MUITO deliciosos, mas o bacalhau com nata vai ficar pra história!

As sobremesas também são no maior estilo caseirinho #adoro Sobrinho pediu quindim, eu pedi mousse de chocolate, e mamis e marido, pediram pudim. Tudo bem honesto e saboroso!

Pra quem quiser garantir um lugar e não tiver saco pra esperar, recomendo fazer reserva. Como disse, o restaurante é bem pequenininho e parece disputado: todas as mesas já estavam reservadas para hoje à noite, por exemplo. Ah! Vale alertar: eles não tem maquininha de cartão… só no cash, tá?

AMEI o lugar, o atendimento é ótimo, o ambiente é limpinho, acolhedor, o preço é justo e a comida, de excelente qualidade. Uma experiência gastronômica que vai ficar pra história, sem dúvida! #recomendosuper

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Bar e Restaurante em SP: Mercearia São Roque Grill!

Conheci a Mercearia São Roque Grill em julho, ela tinha acabado de inaugurar. Era pra eu ter feito o post na época, mas perdi o timing e acabei deixando pra lá. Como acabei de voltar de SP de novo, a hora é agora!

A São Roque Grill é um lugar bem bacana, mas super de boa, sem ser cheio de nove horas, sabe? O ambiente, apesar de grande, é super acolhedor. Tem pé direito alto, janelões, assoalho de madeira, ventiladores de teto, toalhas xadez… uma decoração meio retrô, com  pegada de casarão antigo. Uma graça!

O cardápio é amplo e, como o próprio nome sugere, conta com bastante opções de grelhados. Mas também servem porções estilo “comidinhas de boteco” que são um verdadeiro sucesso nos happy hours. O sanduíche “Mineirinho” já é bem famoso, assim como o “Divino São Roque”. Os croquetes de cenoura também já são um clássico… A novidade do cardápio é a “Coxinha Creme”, recheadíssima com o legítimo requeijão Catupiry. Aliás, percebi bastante qualidade na escolha dos ingredientes dos pratos, viu? E achei o preço bem justo!

FACHADA: pegada retrô com cara de casarão antigo 

É um lugar que eu tenho vontade de ir cada vez que vou à São Paulo mas com a correria, infelizmente, nem sempre dá tempo… Mas pra quem ainda não conhece e está atrás de um lugar bacana e despretensioso na megalópole, acho que vale a pena conhecer!

P.S.: existem três Mercearias São Roque em São Paulo: uma na Rua Amauri, outra no Jockey Club e essa que eu conheci, que fica na Rua Jorge Coelho, esquina com a Rua Araçari – pertinho, pertinho do Shopping Iguatemi.

P.S.2: um beijo pra Thaiana, sócia da São Roque Grill que eu tive o prazer de conhecer. Ela é uma querida, gente!

• Tem dicas de lugares legais em São Paulo? Compartilha nos comentários, vai?! ;) 

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